quinta-feira, 2 de julho de 2009

Incursões

Vez em quando ocorrem-me alguns poemas. Em 1984 surgiu-me no sonho, prontinho, cristalino:
As pedras do meu céu
magras mulheres puxando o véu
e se transformando
- nuvens -
Naquela época, concretizei o sonho em pedra de cachoeira:








2 comentários:

  1. "Céu pedrento, chuva e vento" No céu particular as pedras ora pesam, ora levitam, como se em nosso íntimo, o véu quisesse ser descortinado a todo momento. E nós, humanos relutantes e frágeis, desejamos a proteção eterna. O peso, então, é só nosso e não das pedras.

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  2. Bingo! Que legal esta sua interpretação, Luciano! É importante lembrarmos ainda que as nuvens também possuem sua estrutura própria, assim como a pedra.

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